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Sem ninguém perceber


Num vulto veloz,
Um véu de noiva.
Aquela mulher,
Mulher abstrata.

Consigo lhe trazia,
Sempre luz à clarear,
Sementes d'agulha,
Em vinho desenhei.

A forma que surgiu
Em meu peito respirar,
Criou-se.

No pensamento ecoava,
Alucinante momento,
Um sofá me amava.

7 comentários:

Matheus Galvão disse...

Interessante quando você evolui o texto num ambiente meio que imaginário até chegar na ausência [ou presença abstrata] da mulher e o sofá como elemento "surpresa"... muito bom!

Rildo Junior , disse...

Gostei bastante poema, parabéns .

Os Confundidos disse...

É possível lembrar de Gregório de Matos em seu poema!
Parabéns,

James Rocha disse...

Também me veio a cabeça Gregório de Matos, você se inspirou nele ou algo do tipo?

Tomaz C Frausino disse...

Adorei o uso fanopéico que você fez em seu poema... realmente são belos flashs imagéticos...

Nanna disse...

Terei mais um motivo para ir ao RJ, quase toda semana ;)

Beijoxxx paulixxxtanoxxx, rs!

Cristiane Barradas disse...

Seu soneto lembra muito os sonetos de Gregório de MAtos...
Parabéns maninho..tah virando poetaaa! rs

AMo vc

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